terça-feira, 27 de novembro de 2012

Ki

"Um dos princípios fulcrais da filosofia e medicina orientais assenta num conceito basilar denominado «ki», no Japão, «chi», na China ou «prana» na Índia.
O Orientais consideram que tudo o que existe possui uma qualidade invisível e subtil que está na origem da criação da matéria: ki. Nos idiomas ocidentais, este conceito é geralmente traduzido por energia ou energia electromagnética. No entanto, o ki não é efectivamente energia, na acepção comum da palavra, nem corresponde às quilocalorias de Newton. Consiste, isso sim, numa qualidade invisível que está muito próxima da nossa percepção sensorial.
(...)
Nos seres vivos, animais ou vegetais, um fluxo apropriado de ki resulta em vida, poder, brilho, sexualidade, magnificência e saúde. Por outro lado, as estagnações ou o excesso de ki podem ter como consequência a doença, falta de vitalidade, indolência, bloqueios e imensos outros aspectos, em geral considerados negativos.

Existem alguns factores que podem interferir e afectar o fluxo desta energia. São eles:
1. Geografia e clima.
2. Ambiente e casa onde vivemos (este aspecto é trabalhado na arte oriental do feng shui).
3. Técnicas específicas, como acupunctura, moxabustão, massagem shiatsu, automassagem do-in, tai chi, chi kung, artes marciais, yoga, entre outras.
4. Pensamento.
5. Respiração.
6. Alimentação."

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